5.7.06
Peça Infanto Juvenil: " O Livro da Felicidade".

Personagem: Isotérica: Nicole de Oliveira.

Personagem: Freira. Christine de Oliveira.

Personagem: Vovó. Neli Fagundes.

"A familia, personagens da peça".
* Matheus de Oliveira * Cássia de Carvalho * Bruna Ruiz * Eduardo Camargo *
4.7.06

Espetáculo Teatral "Paulo e Estêvão"
Uma das cenas da Igreja do Caminho.
A PREGAÇÃO DE ESTEVÃO
Celebração na Igreja do Caminho, o modesto templo está cheio, pessoas sedentas de saber das palavras consoladoras do mestre Cristo. Valeska e Pedro estão na porta.
Valeska - Realmente, Deus trouxe-nos um valioso trabalhador. Todas as vezes que Estevão prega, a igreja fica cheia!
Pedro - Também és uma grande trabalhadora, Valeska.
Valeska - Hei! Aquele que vem chegando não é um dos doutores da Lei?
Pedro - Sim.
Valeska - O que será que ele quer aqui? O que iremos fazer?
Pedro dirige-se ao doutor da Lei e seu amigo Sadoc e oferece-lhes o melhor aposento, Saulo agradece com sorriso irônico. Os fiéis começam a agitar-se.
Uma mulher leprosa entra e é escorraçada. Estevão entra e ela abraça-o temerosa.
Pedro - Olha! É Estevão!


- Meus caros, eis que chegados são os tempos em que o pastor vem reunir as ovelhas em torno do seu zelo sem limites. Éramos escravos das imposições pelos raciocínios, mas hoje somos livres pelo Evangelho do Cristo Jesus. Onde estão os que ainda não ouviram as mensagens da Boa Nova? Onde os que ainda não se felicitaram com as alegrias da nova fé? Deus enviou sua resposta aos nossos anseios milenares. O Emissário Divino veio até nós para iluminar a noite de nossas almas impenitentes. Anunciemos a todos os desesperançados as glórias e os júbilos do reino de paz e amor imortal de Cristo Jesus. O Evangelho é a resposta de Deus aos nossos apelos em face da Lei de Moisés. A Lei é humana, o Evangelho é divino. Moisés foi a porta, Cristo é a chave. Éramos cativos do erro, mas seu sangue nos libertou!
Saulo - Piedosos galileus! Onde está o senso de vossas doutrinas estranhas e absurdas? Como ousais proclamar a falsa supremacia de um obscuro nazareno sobre Moisés. Quem era este Cristo? Não foi ele um simples carpinteiro?
Estêvão - Ainda bem que o Messias fora carpinteiro, pois a humanidade inteira não ficaria sem abrigo. Ele era, de fato, o abrigo da paz e da esperança! Nunca mais andaremos ao léu das tempestades nem na esteira dos que vivem pela razão sem a claridade do sentimento.
Saulo - Aonde iremos com semelhantes excessos de interpretação, em torno de um mistificador vulgar que o Sinédrio puniu com flagelação e a morte? Que dizer de um salvador que não conseguiu salvar-se a si mesmo?
Estêvão - Amigo, bem se dizia que o Mestre chegaria ao mundo para confusão de muitos em Israel. Agora peço para concluir minhas palavras, se não vos falei como desejaríeis, falei como o Evangelho nos aconselha.